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Mal posso esperar por ver isto!!!

Taylor Swift: Miss Americana é um documentário, dirigido por Lana Wilson, que acompanha a cantora e compositora americana Taylor Swift e a sua vida ao longo de vários anos da sua carreira. O filme estreará no Sundance Film Festival 2020 no dia 23 de janeiro de 2020 e será lançado na Netflix a 31 de janeiro 2020.

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Já vi e não gostei.

Acho que a Taylor devia ter um bocadinho mais de noção. É um documentário onde ela mais uma vez passa a vida a queixar-se não sei muito bem de quê. Ela não pode negar que é uma privilegiada da vida. Claro que até os previligiados têm os seus problemas mas nota-se que lhe falta claramente vida no Mundo real como falta a toda a gente do meio artístico.

Depois continuamos nisto - é tudo mau tudo mau mas ela continua cá. Porque é que não abandona ? Compre uma herdade e vá criar gado, vá viajar, vá tirar um curso epá vá fazer o que ela quiser. Agora continuar num espaço onde ela claramente não se sente bem, para quê?

Posso ter entendido mal a mensagem mas o documentário quase mete ao mesmo nível de gravidade um drama legítimo como o cancro da mãe dela com um drama fútil como ai ui a minha candidata a senadora não ganhou as eleições. Tipo, a sério??

A melhor coisa do documentário para mim foi uma declaração antiga dela em que ela diz "As pessoas não querem saber das minhas opiniões políticas. As pessoas querem-me ouvir cantar". Devia ter mantido essa mentalidade. Nem tudo na vida tem de ser política e ela é uma entertainer e eu falo por mim que procuro entertainment como escape da vida real e não como um lembrete desta.

E pronto basicamente é este o meu rant. Thanks for coming to my TEDTalk   😂

  • Confused 1
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Finalmente consegui ver! :grin: Foi um pouco o que estava à espera mas posso antes de mais dizer o quão refrescante é ver e ouvir a Taylor sem filtros por uma vez na vida? Este documentário fez-me perceber como andámos durante anos a ver uma "versão limpa" dela, sem uma asneira que fosse ou algo minimamente polémico, e sinto que simpatizo com ela agora mais do que alguma vez o fiz.

Fiquei com a impressão que a política apareceu um bocado aos trambolhões, num momento estava-se a falar dela e da vida dela e de repente sem introdução nenhuma passou para "vamos falar das eleições" (se bem que para ser justo isto deve-se mais à própria edição do documentário). Apesar disso, e mesmo que se mantenha o que eu disse de não ligar muito a politiquices, acho que é fantástico ela finalmente tomar uma posição forte por algo em que acredita em vez de tentar ser o menos polémica possível 100% do tempo. Este tipo de atitude gera sempre reacções positivas e negativas mas faz parte, e torna-a muito mais genuína, quer se concorde com as posições dela ou não.

Tenho pena que no documentário todo não se fale uma vez que seja da Big Machine Records ou do Scott Borchetta mas pronto, já se sabia que ia ser assim.

Acho que no geral este documentário tem uma mensagem positiva. Não devemos deixar a nossa felicidade ser influenciada exclusivamente pelos outros, como muita gente (incluindo ela própria) cai no erro de fazer, especialmente quem é famoso e cujo sucesso depende disso. Nota-se bastante que ela tem estado mais descontraída e feliz desde que começou a expressar-se mais livremente, algo que aliás se percebe ouvindo o último álbum.

On 2/1/2020 at 5:23 PM, PocasPedro said:

Posso ter entendido mal a mensagem mas o documentário quase mete ao mesmo nível de gravidade um drama legítimo como o cancro da mãe dela com um drama fútil como ai ui a minha candidata a senadora não ganhou as eleições. Tipo, a sério??

Pessoalmente não me pareceu que o documentário quisesse de forma alguma alguma menosprezar o cancro da Andrea, ou compará-lo a outras questões. São coisas completamente distintas. Quanto à questão da senadora, por mais aborrecido que possa ser para quem não liga a política, está longe de ser algo fútil. A Marsha Blackburn tem ideias completamente retrógadas no que toca a vários assuntos, desde a homosexualidade ao aborto, e ter alguém assim numa posição de poder de país não é só vergonhoso, é degradante para quem nele habita.

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  • 4 weeks later...
On 2/4/2020 at 3:20 AM, Ricardo said:

Finalmente consegui ver! :grin: Foi um pouco o que estava à espera mas posso antes de mais dizer o quão refrescante é ver e ouvir a Taylor sem filtros por uma vez na vida? Este documentário fez-me perceber como andámos durante anos a ver uma "versão limpa" dela, sem uma asneira que fosse ou algo minimamente polémico, e sinto que simpatizo com ela agora mais do que alguma vez o fiz.

Fiquei com a impressão que a política apareceu um bocado aos trambolhões, num momento estava-se a falar dela e da vida dela e de repente sem introdução nenhuma passou para "vamos falar das eleições" (se bem que para ser justo isto deve-se mais à própria edição do documentário). Apesar disso, e mesmo que se mantenha o que eu disse de não ligar muito a politiquices, acho que é fantástico ela finalmente tomar uma posição forte por algo em que acredita em vez de tentar ser o menos polémica possível 100% do tempo. Este tipo de atitude gera sempre reacções positivas e negativas mas faz parte, e torna-a muito mais genuína, quer se concorde com as posições dela ou não.

Tenho pena que no documentário todo não se fale uma vez que seja da Big Machine Records ou do Scott Borchetta mas pronto, já se sabia que ia ser assim.

Acho que no geral este documentário tem uma mensagem positiva. Não devemos deixar a nossa felicidade ser influenciada exclusivamente pelos outros, como muita gente (incluindo ela própria) cai no erro de fazer, especialmente quem é famoso e cujo sucesso depende disso. Nota-se bastante que ela tem estado mais descontraída e feliz desde que começou a expressar-se mais livremente, algo que aliás se percebe ouvindo o último álbum.

Pessoalmente não me pareceu que o documentário quisesse de forma alguma alguma menosprezar o cancro da Andrea, ou compará-lo a outras questões. São coisas completamente distintas. Quanto à questão da senadora, por mais aborrecido que possa ser para quem não liga a política, está longe de ser algo fútil. A Marsha Blackburn tem ideias completamente retrógadas no que toca a vários assuntos, desde a homosexualidade ao aborto, e ter alguém assim numa posição de poder de país não é só vergonhoso, é degradante para quem nele habita.

Disse e falou tudo.. ja nao me lembro do que me passou pela cabeça ou sequer o que comentei depois do decomentario mas gostei do que falaste !

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  • 1 month later...
  • 8 months later...
1 hour ago, PocasPedro said:

Visto que a música não tem tópico próprio, queria só relembrar que Only the young é altamente :worship:

 

gostos não se discutem, mas acho a música bem "forgettable", e nem por o "Reputation" ser fraco ela lá conseguiu figurar 😄 

  • Sad 2
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